Domingo, Julho 12, 2009
Tripas à la Mode...
Quinta-feira, Julho 09, 2009
Love to Hate...
Terça-feira, Julho 07, 2009
Pratos do dia...

Domingo, Julho 05, 2009
A Mudança...

Sexta-feira, Junho 26, 2009
Ódio Diabólico e em Dicionário...
Quinta-feira, Junho 25, 2009
Ódio e Sugestões...

E para quem gosta das festas de Lisboa e julgava que estas acabavam no fim do mês de Junho... desengane-se: Festival ao Largo.
O Largo de São Carlos em Lisboa é palco do Festival ao Largo - inserido nas Festas de Lisboa - evento que se traduz numa grande festa de música, bailado e teatro. Da programação fazem parte obras fundamentais do repertório sinfónico e coral-sinfónico, de bailado clássico e contemporâneo e teatral, cuja interpretação está a cargo da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Coro do Teatro Nacional de São Carlos, da Companhia Nacional de Bailado, do Teatro Nacional D. Maria II, entre outros. Dezoito espectáculos preenchem e animam as noites de Lisboa durante três semanas.
Programa:
26, 27 Jun Noites Brancas, Orquestra Sinfónica Portuguesa Coro do Teatro Nacional de São Carlos, Michail Jurowski, direcção musical.
28 Jun Noite Romântica, Orquestra Sinfónica Juvenil, Christopher Bochmann, direcção musical.
29 Jun Noite Coral, Coro dos Pequenos Cantores da Academia dos Amadores de Música Vítor Paiva, direcção musical.
30 de Jun Noite Popular, Orquestra de Bandolins da Madeira, Eurico Martins, direcção musical.
1 Jul Noite Napolitana, Orquestra de Bandolins da MadeiraCarlos Guilherme, tenor Eurico Martins, direcção musical.
2 de Jul Dido e Eneias de Henry Purcell, Atelier de Ópera da Escola de Música do Conservatório Nacional, Coro de Câmara da Escola de Música do Conservatório Nacional, Grupo de Bailados Canora Turba, Carlos Avilez, encenação José Manuel Araújo, direcção musical.
4, 5 Jul Carmina Burana de Carl Orff, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Coro do Teatro Nacional de São Carlos, Golo Berg, direcção musical.
8 a 10 Julho - Strokes through the tail
11, 12 Jul Marguerie Donlon, coreografiaSinfonia nº. 40, de W. A. Mozart, Cantata Mauro Bigonzetti, coreografia Gruppo Musicale Assurd, arranjo e interpretação musical, a partir de música original e tradicional do Sul de Itália Companhia Nacional de Bailado.
16 Jul Menina Júlia de August Strindberg Rui Mendes, encenação Albano Jerónimo, Beatriz Batarda e Isabel Abreu, actores, produção do Teatro Nacional D. Maria II.
17, 18 Jul Recital e Taltextos satíricos, numa selecção de Nuno Artur Silva e Inês Fonseca SantosRita Blanco, Miguel Guilherme e Diogo Dória, actores.
19 Jul Amor de André Sant’Anna Marcos Barbosa, encenação Flávia Gusmão, actriz, produção do Teatro Oficina de Guimarães.

Além disso, para a boa disposição ainda temos os: Cebola Mol.
O Fim dos Cebola Mol é o álbum de regresso dos irmãos Phil e Eddie Stardust, quase 9 anos após a sua estreia. Para além do novo disco, a maior banda de comedy rock do mundo tem também um novo espectáculo e muito, muito, muito humor.
Informações Úteis: Preço do bilhete: 8€

Internet: http://www.musicanocoracao.pt/
Informações Úteis: Preço do bilhete: 25€ (bilhete diário), 40€ (passe 3 dias)

Yann Tiersen a 6 Julho: 21h
O bretão Yann Tiersen, que se popularizou ao compor as bandas sonoras dos filmes O Fabuloso Destino de Amélie Poulain e Good Bye, Lenin! regressa ao CCB. Esta é, a oportunidade de rever um fabuloso músico que tão originalmente conjuga estilos musicais distintos, que vão desde a música tradicional francesa e do minimalismo ao rock e à música clássica.
Informações Úteis: Preço do bilhete: 27,50€ a 35€.
Quarta-feira, Junho 24, 2009
Ódio e Efemérides...

Terça-feira, Junho 23, 2009
Ódio e Arquitectura...

Bernd e Hilla Becher no seu trabalho as “Esculturas" levaram à letra o mito da genialidade e a sua relação directa com o acto criativo.É à conta do século XX, nomeadamente a partir das vanguardas históricas, nomes como os Delaunay, ou os Arp, que remetem sempre para as experiências artísticas a dois, entre marido e mulher. Mas, podemos ainda evocar, neste contexto, os trabalhos colectivos do grupo cubista de Gleizes e Metzinger, os dadaístas do Cabaret Voltaire, ou a prática surrealista dos Cadavre Excquis, que combinava, sob o lema freudiano do inconsciente, a participação plural em desenho e pintura... Mas não falemos de psicologia, nós por cá, andamos farta de gente louca.
O importante neste dupla, foi o desenvolvimento dos programas conceptuais, substituindo progressivamente o privilégio da expressão e da visualidade - ligadas sobretudo ao valor individual do acto criativo - possibilitou a ascensão de processos disciplinares mais complexos, originando uma maior e plural participação através da instalação ou da performance, contextos onde logicamente se revelou a maioria das duplas de artistas da segunda metade deste século.
Trata-se assim de analisar a forma de colaboração que leva dois indivíduos a não possuírem qualquer identidade fora da sua união. É no binómio que as diferenças e similitudes são levadas aos extremos e que o problema da autoria da obra de arte ganha maior acuidade... E isto, até mesmo sem ser analisado à lupa, dava uma bela monografia, imagem, analisado em termos psicanalíticos pelo puro prazer de compreender as complexidades das relações humanas...



